domingo, 25 de setembro de 2011

A dialética do 1º Encontro Municipal do PSOL Hortolândia

O primeiro Encontro Municipal do PSOL Hortolândia é marcado pela contradição, onde o Enlace e o MES se unificaram, formando chapa conjunta para disputar com a TLS; esta aliança só pode ser vista de dois ângulos, ou é um indicativo de rompimento nacional ou é apenas uma ação de conveniência local. Assim quem participou deste Encontro presenciou algo incomum, ou o começo de uma nova configuração política interna no PSOL.
Dos 115 filiados aptos a votar, compareceram 36. Destes a Chapa da TLS obteve 12 votos (34,28%) Chapa Enlace/MES obteve 23 votos (65,72%). Nesta atividade foram tirados delegados para o Encontro Estadual: Enlace 2 delegados; MES 1 delegado e TLS 1 delegado.
O Encontro contou com a presença de companheiras e companheiros da Direção Estadual e da direção Nacional do PSOL. Foi um Encontro bem representado pelas mais diversas correntes internas do PSOL, que enriqueceram e qualificaram o debate.
Uma leitura atenta deste Encontro pode nos apontar que teremos uma árdua tarefa na consolidação e na ação militante do partido, uma vez que os presentes representam pouco mais de 30% do conjunto de filiados aptos a votar, outro dado é que temos poucos filiados militantes. Deste modo cabe a este primeiro diretório do PSOL Hortolândia uma contundente ação de envolvimento, onde possa estar alinhando o discurso, a teoria e principalmente, a prática, ou seja, é preciso exercitar a ação e a formação, pois sem estes elementos não será possível avançar na luta socialista.
E o amanhã como será? Que PSOL vamos construir em Hortolândia? Será que a aliança MÊS/Enlace se consolida na prática e na ação política?
Parafraseando Marx, “Nós construímos nossa própria historia, mas não a construímos como queremos, mas sim, demarcada pelo limite que nos impõe nossos acordos e alianças”.  Assim, quem viver verá. O que será?
  A TLS vai continuar trilhando o caminho da formação, onde teoria e prática se conjugam. Fomentando a discuta saudável e o debate interno e sempre dando o primeiro passo para unificação do partido na luta. Hortolândia precisa de uma nova forma de fazer política, e nós do PSOL precisamos mostrar na prática que fomos diferentes. Diante da conjuntura municipal, aonde os mesmos problemas que vieram à tona em campinas, estão presentes em Hortolândia, precisamos estar preparados para o que virá.

Carlos Rocha – TLS
PSOL - Hortolândia
 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011


CONVITE
Reunião de formação política TLS / PSOL50
Trabalhadores na Luta Socialista
Partido Socialismo e Liberdade

Local:Rua Judith Modesmo Martins, 376 – Jd. N.S. de Fátima. (Antiga Rua 22, próximo da praça Irmã Dorothy)

Dia: 18 de setembro de 2011 (Domingo)
Horário: 09hs.

Contamos com sua presença.
 Juntos somos fortes, juntos podemos transformar sonhos em realidade.

Informações: (19) 88043003 – Profº Valdecir  
(19) 91548977 ou 88180680 – Carlos Rocha
(19) 91171620 – Professora Jussara

CONVITE
Reunião – Núcleo Recanto do PSOL
TLS / PSOL 50
(Partido Socialismo e Liberdade)

Local: Local: Casa Zé Vieira
Rua 4, nº 53 (Recanto do Sol)

Dia: 17 de Setembro de 2011 (sábado)
Horário: 14h30minh

Contamos com sua presença.
 Juntos somos fortes, juntos podemos transformar sonhos em realidade.

   Informações: (19) 92068635 – Zé Vieira
(19) 91548977 ou 88180680 – Carlos Rocha
92824130 – Elsuede / 92155731 – Masson  /
91300043 – Luis Lana / 93962576 – Machado.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

O político, o leão e raposa

"Há dois métodos de luta. Um é pela lei, e o outro pela força. O primeiro é próprio dos homens. O segundo, dos animais. Entretanto, como o primeiro método é muitas vezes insuficiente, deve-se aprender a usar o segundo. Um príncipe, então, sendo obrigado a saber lutar como um animal, deve imitar a raposa e o leão, pois o leão não sabe proteger-se das armadilhas, e a raposa não consegue defender-se dos lobos. O príncipe, portanto, deve ser uma raposa para reconhecer as armadilhas e um leão para assustar os lobos." - Maquiavel, em O Príncipe.
Na citação que abre esse texto, Maquiavel aconselha o Príncipe a possuir a astúcia da raposa e a força do leão, porque, como ele mesmo alerta, a força da lei, não sendo suficiente, o governante deverá recorrer à força para sobreviver.
Dois são os principais perigos a que está sujeito um político: as armadilhas e o ataque. Para as primeiras ele deve ter a astúcia da raposa, e para os segundos a força do leão.
Astúcia e força não são qualidades fáceis de conviver numa mesma personalidade.
O entendimento comum é que o fraco, por ser fraco, recorre à astúcia para sobreviver. Inversamente, o forte tende a ser percebido como bruto, simplório e pouco inteligente.
Para Maquiavel, o líder deve aspirar combinar em si estas duas características.
E Maquiavel não errou. Se observarmos as biografias dos grandes líderes notaremos que eles triunfaram quando logravam combiná-las e caíam quando descuidavam de uma ou outra.
Num contexto democrático, a advertência de Maquiavel não perde sua validade. O jogo político parlamentar, ou no interior de um governo, ou de um partido, é sobretudo um jogo de astúcia.
Já o jogo político eleitoral, é, fundamentalmente, um jogo de força.
Mas haverá momentos em que o político hábil terá que fazer pesar a sua força política dentro do governo a que pertence, ou do partido ou parlamento que integra, e inversamente usar da astúcia na relação com seus adversários na disputa eleitoral.
A leitura "não literal" de Maquiavel compatibiliza-o com o jogo político democrático.
Força, com seus conceitos correlatos (crueldade, armas, violência, fazer o mal, etc) de uso permanente na análise política de Maquiavel, é o conceito que menos se harmoniza com a política numa democracia.
Entretanto, se "traduzirmos" força por força política, isto é, o uso legítimo do poder, da influência, da popularidade, do prestígio, das relações, da organização, da pressão, em resumo, de todos os recursos políticos que um líder possui a seu alcance, grande parte das lições de Maquiavel harmonizam-se com a prática da democracia.
É neste sentido então que a "força do leão" deve ser entendida no nosso contexto.
Já a astúcia da raposa dispensa "tradução".

domingo, 11 de setembro de 2011

PSOL 50 - Partido Socialismo e Liberdade
TLS
Trabalhadores na Luta Socialista        

Presidente - Antonio Carlos Rocha (Carlos Rocha)

Chapa: Coerência e Luta
Trabalhadores na Luta Socialista

1-    Antonio Carlos Rocha (Carlos Rocha)
2-    Marcelo Castilho de Oliveira (Marcelo)
3-    Paulo Afonso de Oliveira (Paulinho)
4-    Valério Antonio Gonçalves (Valério)
5-    Edvaldo Aparecido Particelli (Edvaldo)
6-    José Fernando Gomes (Fernando)
7-    Fábio Luis de Souza Nascimento (Fábio)
8-    Audenir Pereira (Denir)
9-    Josiane Fernandes da Rocha (Josiane)
10- Evaneide dos Santos (Evaneide)
    11- Everton Bezerra (Everton)
    12 - José Joaquim da Rocha (Rocha) 
    13 - Edileide dos Santos (Edileide)
    14 - Maria Isabel Gomes da Silva (Isabel)
    15 - Maria Rosina da Conceição (Dona Maria)
    16 - Sebastião Aparecido Rosa (Sebastião)
    17 - Valdinário de Souza Santos (Valdinário)
  
1º Encontro Municipal - PSOL Hortolandia - Dia 25/09/2011 – das 09hs as 12:00hs.
Local: Rua Virgilio Pompeu de Camargo, 129 – Jardim Santa Izabel / Rosolen– Hortolândia. (Ao lado da Praça “A Poderosa”).   

Informações: 19) 92068635 – Zé Vieira / 92824130 – Elsuede / 92155731 – Masson  / 91300043
Luis Lana / 93962576 – Machado / (19) 88043003 – Profº Valdecir / (19) 91171620 – Profª Jussara
/ (19) 91548977 ou 88180680 – Carlos Rocha